Cruzámo-nos com os DHs a ensaiar a descida da Lagoa do Fogo, e continuámos a subir até às caldeiras. Depois o Ricardo serviu-nos de guia e ficámos a saber, por ex. que esta ilha consome 50% de energias renováveis (geotermica e hidroeléctrica) - e eu que pensava que não passava dos 3 ou 4 %!! É bom saber que os Açores são a Região mais avançada na Europa, neste aspecto.
A tecnologia israelita que montou as caldeiras é do melhor que há.
A vista também não ficou nada atrás. Mas o que valeu bem a pena foi a descida até ao salto do cabrito, num trilho variado e versátil, com lama de enterrar um tractor, com terra solta e gravilha que surgia de repente do nada quando seguiamos a velocidades arrepiantes, para não falar de regueiras que surgiam de forma subtil a seguir a curvas, uma delas pregou uma partida ao Davide quando tentava saltar como um cabrito, lol. Mas nada que não se pudesse aguentear.
E depois, claro, a cascata.
Uma pausa prá fotografia, pró Sergio pensar que a malta não pedala nada de jeito!
E mais outra pra ele ficar convencido!
Depois seguimos caminho para a Associação Equestre onde tivemos o prazer de apreciar a beleza de um magnifico cavalo que já era meu conhecido, de trato muito fino e generoso, nem sequer se chateou por lhe termos interrompido o almoço. Aliás, a recepção que tivemos, foi muito calorosa, e o tratador deu-se ao trabalho de o escovar só para a fotografia!
Ainda há gente simpática e prestável. Aliás, quem trabalha com estes animais não pode ser outra coisa nem consegue enganar ninguém! E o resultado está à vista: são estas obras de arte vivas que demoram anos a ser trabalhadas, com um rigor e uma perseverança que poucas pessoas conhecem!